Últimas Notícias: Testes e o Futuro da F1

Pneus de Chuva, Pat Fry  e o Futuro da F1

Testes Pirelli

Hoje, 25 de janeiro, faltando menos de um mês para o início da pré-temporada, a Pirelli pôde realizar o primeiro dia de testes de pneus de chuva em Paul Ricard, na França. Usando carros com especificações de 2015, Raikkonen (Ferrari), Ricciardo (RBR) e Vandoorne (McLaren) correram em um pedaço específico do circuito localizado em Le Castellet. Sem autorização para testarem partes ou peças novas, as equipes estão à disposição da Pirelli.

Ferrari SF15-T - Kimi Raikkonen - Paul Ricard

Kimi Raikkonen na Ferrari SF15-T

McLaren MP4-30 - Stoffel Vandoorne - Paul Ricard - 25 de janeiro de 2015

Stoffel Vandoorne na McLaren MP4-30

Red Bull RB11 - Daniel Ricciardo - Paul Ricard - 25 de janeiro de 2016

Daniel Ricciardo na Red Bull RB11

Sprinklers - Teste Pirelli - Paul Ricard - 25 de janeiro de 2016

Sprinklers ativados em Paul Ricard (França)

Manor

Se depender dos recentes esforços da Manor, a equipe não agonizará a eterna briga pela última posição este ano. Além das já conhecidas novidades, como motor Mercedes e novo de chefe de aerodinâmica, Nicholas Tombazis, a equipe que recentemente mudou o nome do time e o logotipo, anunciou que Pat Fry (ex-Ferrari) será o novo consultor de engenharia do time. Vale ressaltar que Fry está envolvido com a Fórmula 1 desde os anos 80, tendo também trabalhado com Benetton e McLaren. Ainda não se pode ter ideia do que isso vai significar em termo de rendimento, mas é inegável o esforço da nanica. Aguardemos a pré-temporada.

Nicholas Tomabiz e Pat Fry

Nicholas Tomabiz e Pat Fry

Segurança e Agressividade

Desde as fatalidades que vitimaram Jules Bianchi e Justin Wilson, a proteção da cabeça dos pilotos se tornou tema em voga nas categorias de Fórmula. Vários conceitos foram apresentados e é esperado que alguma dessas medidas seja adotada em 2017.

Em contrapartida, há um crescente pensamento de que a Fórmula 1 precisa evocar os tempos de loucura e imprevisibilidade, com ultrapassagens arrojadas e com menos medo de desgaste e economia de peças e combustível. Por isto existe uma tensão razoável para alcançar esta sintonia fina que possa dar mais “agressividade” aos Grandes Prêmios, mas que ao mesmo tempo não gere custos exorbitantes e tampouco ponha em risco a vida dos pilotos. Afinal, para onde esse esporte deve caminhar?

Conceito de Cockpit Fechado proposto pela Mercedes

Conceito de Cockpit Fechado proposto pela Mercedes