Decisão tomada: Renault, o retorno

Para alívio dos fãs, retorno em lugar de despedida

Para deleite dos fãs, após dois meses da assinatura da Carta de Intenções de adquirir o controle da Lotus F1 Team, a Renault finalmente anuncia seu retorno à categoria máxima do automobilismo. O acordo que foi assinado pelas duas partes quinta-feira, 03 de dezembro, será finalizado, segundo a própria Renault, “no menor intervalo de tempo possível”.

renault ceoO CEO da Renault, o brasileiro Carlos Ghosn, deixou claro que ou entraria definitivamente na categoria ou abandonaria de vez, mas já que entrou tem o interesse de competir e vencer, ainda que isso demande algum tempo. Sua última vitória, enquanto equipe, foi em 2008, no Japão.

Em um envolvimento de quase 40 anos (1977) com a Fórmula 1, a Renault que venceu os campeonatos de 2005 e 2006, também teve destaque no fornecimento de motores para as campeãs Williams e Benetton (92-97),  e num passado bem recente para a tetracampeã Red Bull (2010-13), cuja relação se desgastou catastroficamente desde a drástica mudança no regulamento em 2014. Vale ressaltar que a equipe Red Bull, que correu o risco de não permanecer na categoria, continuará equipada com motores Renault, que receberão o nome TAGHeuer (novo e principal patrocinador da equipe).

wet renault

O retorno à principal vitrine das grandes marcas representa para a Renault uma oportunidade de “construir pontes entre as avançadas tecnologias vistas no campeonato mundial e os carros de rua”. A empresa fornecerá, ainda em Janeiro, mais informações sobre o que foi planejado nesse retorno a F1.